Mês do Rock – Grunge

GRUNGE: Estilo musical dentro do rock que possui uma história mega interessante (assim como os outros movimentos dentro desse estilo musical, pois o Rock é incomparável por essa particularidade, seus contribuintes são, DEVERAS, diferenciados).

Com bandas absurdamente inspiradas no prazer de diversão, compondo letras, ora rebeldes, ou politizadas, o Grunge nasce de uma necessidade pura e simplesmente de se fazer música e se compromete com uma barulheira descompromissada, que se afasta um bocado do som progressivo dos anos 70, que era bem mais organizado e longo e do colorido rebuscado que bandas dos anos 80 simbolizavam. O som que inicia os anos 90 é mais direto, curto, agressivo e bem louco.

Foi criado um documentário explicando como a criação desse movimento impactou o mundo, desde seus primeiros passos, até como mudou pra valer o Rock’N’Roll. Desde pequenas bandas, que continuaram na cidade, que não tiveram o conhecimento nacional ou internacional, com depoimentos de pessoas envolvidas tanto com produção como execução, até o surgimento e consagração de Soundgarden, Alice In Chains, Pearl Jam e Nirvana. Mas essas mega bandas não foram tão expostas aqui e isso chama a atenção, pois o foco mesmo é na história e condição de como tudo ocorre.

Tudo se deu em Seattle e “Hype!” apresenta isso muito bem, desde fatos pormenores até os grandes acontecimentos: “…parte do movimento grunge, pelo que entendo, é o fato desses garotos poderem dizer tudo o que querem, expressar qualquer coisa que queiram, qualquer raiva, dor, angústia, tormento, eles sentem uma afinidade, uma integração pela qual esse jovem tem passado… HYPE!”. E assim começa.

Letras nada prolixas, nada rebuscado, acordes desmedidos, gritos, uma cena meio underground e a INDELÉVEL camisa de flanela xadrez (saudade enorme das minhas), eis os maiores ingredientes de um dos mais desleixados trilhos que o Rock seguiu para se reinventar

“Carregue suas armas, traga seus amigos/É divertido perder e fingir/Ela está chateada e autoconfiante/Ah, não, eu sei um palavrão” – Smells Like Teen Spirit. Conclui BEM certas motivações do Grunge

Assisti ao documentário todo, não consegui em uma parte única, mas todas são facilmente acompanháveis.

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